30 março, 2017

Resenha - A Verdadeira Morte

Título: A Verdadeira Morte
Autor: Rennan Andrade
Editora: Independente
Páginas: 199
Ano: 2016
Gênero: Drama
Sinopse: 12 contos. Todos com protagonistas diferentes, contando histórias diferentes sobre família, adolescência, amizade, paixão, superação e, principalmente, sobre a vida. O quão especial ela é; o quão diferentemente ela pode ser vivida; e o quão rapidamente ela pode terminar.
Às vezes por um tiro, uma bala perdida no meio da rua, um acidente de carro numa estrada escura, ou durante ações cotidianas na vida diurna. Sempre desejamos o melhor para quem vai, mas o que acontece com quem fica? Será o luto tudo o que nos resta para superar a morte? Será o tempo o melhor remédio para quem sofre? Ou será o melhor castigo para quem deseja esquecer?
Do mesmo autor do sucesso independente A Luz de Cada Mundo, incluindo os contos #1 da Amazon, Imperfeição e Grito (de Guerra). Dedicado a todos aqueles que ainda se lembram.
O livro envolve e a leitura flui rapidamente, mas a mensagem que os contos nos trás, permanece. — Silvana Crepaldi, Blog Prefácio
Te deixará com um outro olhar sobre esse futuro que aguarda todos nós. — Carol Ramires, Arsenal de Ideias
Apesar de as histórias se focarem em uma coisa tão triste, têm mensagens de conforto e lições que ficarão para sempre. — Miriam Terra, Prólogos e Epílogos
 A verdadeira morte é um livro que presenteia o leitor com vários contos emocionantes e instigantes que vai fazer você leitor pensar sobre esse tema que ainda assusta muita gente.
Eu vou falar sobre os contos que mais chamaram a minha atenção.

Armadura de Ferro
O conto fala sobre a nostalgia do Natal. O personagem central lembra com pesar e saudade daquela época em que acreditava que o bom velhinho viria na madrugada, se divertia abrindo os presentes e também com toda a preparação da festa.
É quase Natal novamente e ele se sente amargurado, pois algo aconteceu no Natal anterior com o seu melhor amigo, Alex.
Alex virou seu melhor amigo assim que se conheceram, ele era esforçado, além de estudar ele trabalhava, mas também um tanto rebelde, bebia, dirigia sem habilitação e tinha duas tatoos que não eram de conhecimento de seus pais.
Para ele o amigo era perfeito e o laço que os unia era forte e ele nem era esforçado como Alex, sua maior preocupação era a música.
O autor tocou em um assunto que eu concordo totalmente, o personagem não consegue entender como as pessoas podem achar normal uma criança engravidar. Nossa é exatamente o que penso, fico perplexa quando vejo jovens de 17 anos gravida e a família comemorando e dando parabéns, eu não consigo parabenizar alguém por isso, desculpe se sem querer estou ofendendo alguém, não é minha intensão, mas acho burrice engravidar tão cedo por puro descuido.
O personagem vê a musica como uma fuga, é a maneira que ele encontra de fugir de um mundo que para ele é algo estranho demais.
Ele vai para o cemitério no amanhecer do dia 24 e ao lado de seu amigo pensa se o que aconteceu tivesse sido o contrario se fosse ele que estivesse ali naquele túmulo, será que Alex pensaria nele, rezaria por ele?
Ele sabe que nunca esquecerá o amigo, a dor da perda ainda é forte, mas acredita que com o tempo ela vai diminuir.
Um conto que fala sobre a dor de perder alguém de repente e a tentativa de superação.

Grito (de guerra)
Mostra as dúvidas de um estudante que pelo visto sofre no ensino médio, e procura por segurança, mas seu pensamento para acabar com tudo e não precisar enfrentar o pior é a morte, o suicídio.
Há momentos que estamos tão sozinhos, não sabemos para onde correr, não temos um lugar seguro e muitas vezes pensamos que a solução para o sofrimento é a morte, mas será que ele tem coragem para cometer um ato desses?
A mudança de cidade fez com que ele mudasse também sua aparência, se parecer com os garotos daquele lugar poderia mudar algo em sua vida, mas mesmo assim não conseguiu fazer amigos. Ele estava acostumado a ver os alunos virem até ele para pedir ajuda e nada mais e na nova escola ele aprendeu a dizer ‘não’ quando o procuravam.
Ele conseguiu fazer um amigo, Jonatas, e o mais incrível é que eles eram o oposto um do outro, ele se sentia bem, pois sabia que alguém lhe dava atenção, sem querer algo em troca. Jonatas teve que mudar de cidade, no início a amizade continuou forte, se falavam sempre por mensagens, mas ele se afastou e assim a solidão voltou a fazer parte de sua vida.
Os contos não falam somente sobre a morte, mas também sobre amizade com pontos de vista diferentes, o primeiro conto mostra a dor de perder um amigo e esse mostra o quanto a falta de um torna uma pessoa triste e solitária.
Esse conto me fez lembrar um documentário que assisti já faz um tempo, que mostra o número de crianças e jovens que cometem suicídio por causa do bullying.
Nem mesmo em casa ele se sente bem, pois o casamento dos pais não é nada bom, sua mãe está cada vez mais tomando medicamentos para dormir e o pai se entrega cada vez mais a bebida.
Esse é o meu conto favorito, é lindo e emocionante o que o autor escreveu, uma homenagem a alguém importante e uma mensagem que deve ser propagada.

Gente eu não posso ficar escrevendo sobre todos os contos, todos são bons, mas esses dois primeiros são meu favoritos, se prepare para ler muita coisa boa e se identificar com alguns deles, lembrar-se de quando era criança e queria muito que a fase adulta chegasse e quando chegou não foi nada daquilo que esperava, mas mesmo assim precisamos seguir em frente. A importância de demostrar e falar sobre nossos sentimentos, pois podemos não ter outra chance.
Uma leitura extremamente envolvente, que muitos leitores devem pensar que por se tratar de um tema que causa muita tristeza deve ficar longe dos contos, mas eu digo o contrário, leiam, pois é realmente muito bom.

14 março, 2017

Lançamentos - Geração Editorial


“Nevando em Bali”, best-seller da escritora australiana Kathryn Bonella, é um livro raro e absorvente, que traz revelações que vão chocar os leitores interessados em jornalismo investigativo e em histórias humanas por trás dos folhetos que prometem paraísos terrestres. Jovens do mundo inteiro, entre eles surfistas sul-americanos como o brasileiro Rafael, enriquecem até o delírio na pequena e linda Bali, cujos moradores são famosos por acolher com gentis e hospitaleiros sorrisos milhões de turistas. No estilo de vida criado por esses novos playboys, o tráfico de cocaína desempenha papel fundamental. E eles poderão acabar na prisão de Kerobokan, verdadeiro inferno, ou fugir. Mas pagarão alto preço pela vida de luxo. Construído à base de relatos verdadeiros, de primeira mão, sobre esses traficantes, o livro lança a pergunta: quem será o próximo a acabar em kerobokan? Um livro indispensável.


Este livro – romance, memórias, aventura mágica? – de Danilo “Japa” Nuha é um livro de ladrão, pulador de muros. É a história de um vendedor de livros e discos do Beco das Garrafas, em Copacabana, Rio de Janeiro, que começa a narrar sua vida a partir da infância, quando foi largado, ainda bebê, no boteco de um casal de japoneses em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul e a partir daí não para mais. De jornaleiro e balconista de botequim no Mato Grosso do Sul a operário de fábrica e aspirante a bandido no Japão aos 16 anos; contrabandista em Bali; jornalista em Tokyo aos 25 e, finalmente, de volta ao Brasil, onde vive encontros surpreendentes junto a grandes artistas, como Milton Nascimento, João Donato, Paulo Moura, Roberto Carlos, Emílio Santiago, Criolo, Racionais MC´s, Hermeto Pascoal, Banksy e Almir Sater, entre outros. Ficção? Realidade? Só lendo para entender.
Pré-venda
Stella Leon é uma bela mulher. Aos vinte e oito anos ela já viveu muitas aventuras em Miami, onde vive e trabalha como garçonete. Brigas, sensualidade e rock'n roll fazem parte de sua rotina. Mas o que está prestes a acontecer colocará sua vida de pernas pro ar!
Um homem misterioso (e lindo) está à sua procura. Ele traz notícias de um passado que Stella não quer lembrar, e para onde não pretende voltar de jeito nenhum.
Por que ela deveria deixar tudo pra trás e ir com ele para o interior do Texas? Por algum motivo, Stella confia nele. Por alguma razão ela se sente totalmente quente perto dele...


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Lançamentos - Editoras Arqueiro e Sextante

Editora Arqueiro


Natasha: Sou uma garota que acredita na ciência e nos fatos. Não acredito na sorte. Nem no destino. Muito menos em sonhos que nunca se tornarão realidade. Não sou o tipo de garota que se apaixona perdidamente por um garoto bonito que encontra numa rua movimentada de Nova York. Não quando minha família está a 12 horas de ser deportada para a Jamaica. Apaixonar-me por ele não pode ser a minha história.
Daniel: Sou um bom filho e um bom aluno. Sempre estive à altura das grandes expectativas dos meus pais. Nunca me permiti ser o poeta. Nem o sonhador. Mas, quando a vi, esqueci de tudo isso. Há alguma coisa em Natasha que me faz pensar que o destino tem algo extraordinário reservado para nós dois.
O Universo: Cada momento de nossas vidas nos trouxe a este instante único. Há um milhão de futuros diante de nós. Qual deles se tornará realidade?


Norte da África, Segunda Guerra Mundial. As tropas britânicas na região estão sofrendo perdas signicativas. Não há dúvidas de que alguém está informando o inimigo sobre os movimentos e planos estratégicos do exército britânico. O espião é conhecido por seus compatriotas alemães como Esfinge, mas para todos os outros é o empresário europeu Alex Wolff. Após cruzar o deserto, ele chega ao Cairo, no Egito, munido de um rádio, uma lâmina letal e um exemplar do livro Rebecca, de Daphne du Maurier. Violento e implacável, ele está disposto a tudo para cumprir a missão que recebeu. Para isso, conta com a ajuda de uma dançarina do ventre tão inescrupulosa quanto ele.
O único homem capaz de detê-lo é William Vandam, oficial da inteligência britânica que precisa desvendar o enigma do Esfinge para interromper o avanço dos nazistas. Ao mesmo tempo que os alemães chegam cada vez mais perto da vitória final, Vandam também se aproxima de seu adversário,
da chave que revela o código escondido no livro – e do combate mortal do qual apenas um deles sairá vencedor.


A misteriosa Pedra Pagã sempre foi um local proibido na floresta Hawkins. Por isso mesmo, é o lugar ideal para três garotos de 10 anos acamparem escondidos e firmarem um pacto de irmandade. O que Caleb, Fox e Gage não imaginavam é que ganhariam poderes sobrenaturais e libertariam uma força demoníaca.
Desde então, a cada sete anos, a partir do sétimo dia do sétimo mês, acontecimentos estranhos ocorrem em Hawkins Hollow. No período de uma semana, famílias são destruídas e amigos se voltam uns contra os outros em meio a um inferno na Terra.
Vinte e um anos depois do pacto, a repórter Quinn Black chega à cidade para pesquisar sobre o estranho fenômeno e, com sua aguçada sensibilidade, logo sente o mal que vive ali. À medida que o tempo passa,
Caleb e ela veem seus destinos se unirem por um desejo incontrolável enquanto percebem a agitação das trevas crescer com o potencial de destruir a cidade.
Em Irmãos de Sangue, Nora Roberts mostra uma nova faceta como escritora, dando início a uma trilogia arrebatadora em que o amor é a força necessária para vencer os sombrios obstáculos de um lugar dominado pelo mal.


Eleito um dos dez melhores romances de 2011 pelo Library Journal, "Quando a Bela domou a Fera" é uma releitura de um dos contos de fadas mais adorados de todos os tempos.
Piers Yelverton, o conde de Marchant, vive em um castelo no País de Gales, onde seu temperamento irascível acaba ferindo todos os que cruzam seu caminho. Além disso, segundo as más línguas, o defeito que ele tem na perna o deixou imune aos encantos de qualquer mulher.
Mas Linnet não é qualquer mulher. É uma das moças mais adoráveis que já circularam pelos salões de Londres. Seu charme e sua inteligência já fizeram com que até mesmo um príncipe caísse a seus pés. Após ver seu nome envolvido em um escândalo da realeza, ela definitivamente precisa de um marido e, ao conhecer Piers, prevê que ele se apaixonará perdidamente em apenas duas semanas.
No entanto, Linnet não faz ideia do perigo que seu coração corre. Afinal, o homem a quem ela o está entregando talvez nunca seja capaz de corresponder a seus sentimentos. Que preço ela estará disposta a pagar para domar o coração frio e selvagem do conde? E Piers, por sua vez, será capaz de abrir mão de suas convicções mais profundas pela mulher mais maravilhosa que já conheceu?


O Império Malazano ferve com o descontentamento, ressecado pela guerra interminável, amargas brigas internas e confrontos sangrentos. Mesmo as legiões imperiais, acostumadas com o derramamento de sangue, anseiam por um pouco de descanso. No entanto, o governo da Imperatriz Laseen permanece absoluto, imposto pelo medo por seus assassinos da Garra. Para o sargento Whiskeyjack e seu esquadrão de Bridgeburners, e para Tattersail, mago sobrevivente da Segunda Legião, as consequências do cerco à Pale deveria ter sido um tempo para lamentar os muitos mortos. Mas Darujhistan, última das Cidades Livres de Genabackis, ainda resiste. É a esta antiga cidadela que Laseen lança seu olhar predatório. No entanto, parece que o Império não está sozinho neste grande jogo. Sinistras forças sombrias estão se reunindo enquanto os próprios deuses se preparam para jogar a sua mão.


Editora Sextante


E se tudo o que você sempre pensou saber a respeito das árvores estivesse errado? E se, apesar de tão diferentes de nós, descobríssemos que elas compartilham diversas características dos humanos?
Nos últimos anos a ciência tem comprovado que as árvores e o homem têm muito mais em comum do que poderíamos imaginar. Assim como nós, elas se comunicam, mantêm relacionamentos, formam famílias, cuidam dos doentes e dos filhos, têm memória, defendem-se de agressores e competem ferozmente com outras espécies – às vezes, até com outras árvores da mesma espécie. Algumas são naturalmente solitárias, enquanto outras só conseguem viver plenamente se fizerem parte de uma comunidade. E, assim como nós, cada uma se adapta melhor a determinado ambiente.
Em A vida secreta das árvores, o engenheiro florestal alemão Peter Wohlleben alia seus 20 anos de experiência às últimas descobertas científicas para examinar o dia a dia desses seres fantásticos. Com um ponto de vista surpreendente e inovador, o livro se tornou um fenômeno na Alemanha, entrou para a lista de mais vendidos do The New York Times e teve seus direitos negociados para 18 países. Essa viagem fascinante pela vida das árvores e florestas é um convite a repensarmos nossa relação com a natureza.


Nate está arrasando!
Nate está apaixonado pela aluna nova. Mas depois que a briga dele com Andy ganhou as páginas do Clarim Semanal, ele arrumou um problema BEM maior do que o castigo depois da aula! Será que Nate vai dar a volta por cima? E será que a Taça de Lama anual vai ser um estouro... ou uma bomba?
Conheça a nova história do Nate, o desenhista MAIS legal da Escola 38 e o aluno MENOS querido pelos professores.


“Meu câncer é sistêmico e incurável, mas estou vivendo com ele. Na verdade, estou me fortalecendo com ele. Se eu considerar as estatísticas, as previsões e as probabilidades, sou um caso perdido. Mas prefiro não fazer isso.
Opto por entender a doença sem me entregar a ela, me resignar sem sucumbir, gritar meu nome do alto das estatísticas antes que minha identidade seja soterrada no frio anonimato dos números.
Dedico os dias, as horas e os minutos a prolongar a vida, com a inabalável intenção de criar minha filha até ela se tornar adulta, de envelhecer com meu amado marido e de fazer a diferença que gosto de pensar que vim ao mundo fazer.
Não tenho qualificação para ajudar você a superar o seu problema. Mas sou qualificada para ajudá-lo a superar o seu condicionamento, o que acredito também ser essencial para o processo de cura.
Posso mostrar-lhe como ficar bem, mesmo quando estiver se sentindo mal, e como resolver as questões emocionais que podem ter contribuído para a sua doença.
Espero que esta leitura o inspire a sentir a vibração da vulnerabilidade, a energia do propósito e a maravilha de forjar o seu próprio caminho pela floresta densa e escura que às vezes parece não oferecer trégua ou escape. Torço, principalmente, para que você perceba que o câncer tem algo a ensinar; basta saber como ouvir o que ele está tentando dizer.”


Psicóloga experiente, Gabriela sempre tratou a religião como crendice ou truque da mente. Quando sua mãe fica doente, ela acaba se aproximando do capelão do hospital, padre José, mais em busca de apoio do que por uma questão de fé. Após o falecimento da mãe, Gabriela mantém contato com o sacerdote, confortável pelo fato de ele não procurar convertê-la.
Porém, depois de pouco mais de um mês, a psicóloga tem uma notícia devastadora: uma grave doença se alastra por seu corpo. Como lidar com a mente dos pacientes se a sua própria já não parece funcionar mais?
Ao revelar o caso a padre José, Gabriela recebe um conselho: viajar para Lourdes, uma cidade famosa pelos milagres de cura. Mesmo sem a mínima confiança e determinação, ela decide partir em peregrinação para lá.
É nessa jornada que Gabriela começa a relembrar toda a sua vida desde a infância, e assim emergem muitas questões filosóficas e existenciais. Sem saber o que a aguarda na Europa, ela sente que uma presença poderosa a acompanha e que, talvez, lá possa encontrar as respostas para as dúvidas que lhe afligem a alma.
No primeiro livro de sua trilogia de ficção dedicada a Nossa Senhora, Pedro Siqueira mantém a escrita próxima do leitor sem deixar de lado assuntos profundos da espiritualidade, mas sempre mostrando que o melhor caminho está no nosso interior.


Durante a Segunda Guerra Mundial, uma esquadrilha da Força Aérea dos Estados Unidos não consegue completar uma missão na Itália devido a um fenômeno inexplicável. Quando sobrevoam o monte Gargano, os militares têm uma visão sobrenatural que os aterroriza e os faz voltar para a base.
O que poderia ser apenas um ataque militar frustrado acaba se tornando o ponto de partida para a conversão de dois oficiais. Curiosos para desvendar o misterioso evento, Connors e Bloom vão até um convento na cidade de San Giovanni Rotondo, onde pode estar a resposta para suas dúvidas.
Muitos anos depois, no leito do hospital, Connors sente que ainda precisa completar a missão de dar um rumo à vida do filho, Rafael, e lhe entrega um envelope, pedindo que o abra após sua morte. Quando é chegada a hora, o rapaz se depara com um bilhete contendo o último pedido de Connors: ele deve partir para uma cidade desconhecida à procura do que o pai chama de “verdadeiro caminho”.
Essa viagem permitirá que o jovem relembre todas as fabulosas histórias do pai e inicie uma jornada de autoconhecimento, abalando seus conceitos sobre a vida, a fé e o amor.
No segundo livro da trilogia iniciada com Senhora das águas, Pedro Siqueira constrói mais uma história tocante sobre a busca pela espiritualidade, retomando sua forte conexão com Nossa Senhora.

Este livro é direcionado aos novatos no campo do raciocínio lógico, particularmente àqueles que, tomando emprestada uma expressão de Pascal, têm como característica compreender melhor através do visual. Eu selecionei um pequeno conjunto de erros comuns de raciocínio e os elucidei utilizando ilustrações fáceis de recordar, que são complementadas com vários exemplos. Minha esperança é que o leitor aprenda dessas páginas algumas das armadilhas mais comuns da argumentação e que seja capaz de identifica-las e de evita-las na prática.

03 março, 2017

O que estou lendo + quote - Pablo Escobar: Meu Pai e Harry Potter e a Câmara Secreta

Oi, gentee!
Passando aqui para mostrar um pouco dos livros que estou lendo.
Estou quase terminando a leitura de um livro que eu desejava há um bom tempo e finalmente eu ganhei e estou devorando, Pablo Escobar: Meu Pai, superou minhas expectativas, estou amando a leitura.
Estou lendo novamente os livros da série Harry Potter, terminei de ler o primeiro e já comecei a leitura do segundo.

Eu marquei tantos trechos desse livro que é até difícil escolher somente alguns para colocar aqui.
- Senhora não se preocupe que depois disso tudo vai haver paz, mas seu filho a gente vai ter que matar - Gilberto Rodríguez reiterou.
Apesar do momento dramático e da sentença de morte, minha mãe insistiu repetidas vezes em garantir que eu não tinha nenhuma intenção de prolongar a guerra de meu pai; foram tantas e tão variadas razões que ela apresentou que no fim os capos a autorizaram a me levar à reunião seguinte, que ocorreria dentro de duas semanas. Lá, então, decidiriam meu futuro.
Então eu disse ao secretário que queria dizer algo para constar nos autos: "Quero deixar muito claro que sinto vergonha de ter de recorrer à Justiça para lembrar aos irmãos de meu pai que Pablo Emilio Escobar Gaviria existiu, e que, além do mais, era irmão deles e seu único benfeitor. Ninguém em minha família paterna, sem exceções, jamais trabalhou por conta própria, e se até hoje têm o que vestir ou a possibilidade de tomar um café na rua, é por conta do meu pai, e não deles. A Colômbia não esquece quem foi Pablo Escobar. Mas parece que sua família, sim".
O dinheiro em excesso não era direcionado apenas para luxos e excentricidades. Enquanto durou, meu pai se esforçou para ajudar as pessoas. Lembro de alguns Natais em que ele distribuía presentes para todas as crianças dos povoados vizinhos. Eu fui com ele diversas vezes para entregar os presentes, que eram bons de verdade, não coisinhas baratas. Passamos tardes inteiras na parte traseira de um caminhão entregando dois ou três brinquedos para cada garoto e garota que vinham.
Nesse dia, houve uma explosão na rua 93 com a avenida 15 de Bogotá, causando várias mortes e deixando muitos danos. Mas, longe de tombar o Estado a seus pés, esse atentado fez com que os Pepes reforçassem suas ofensivas contra ele e contra tudo a seu redor.
As imagens dramáticas das vítimas, bem como a destruição de uma ampla região comercial da cidade, fizeram com que eu dissesse a meu pai certa noite que não concordava com sua violência indiscriminada e com a morte injusta de pessoas inocentes.

Harry conseguiu não gritar, mas foi por puco. A criaturinha em sua cama tinha orelhas grandes como as de um morcego e olhos esbugalhados e verdes do tamanho de bolas de tênis. Harry percebeu na mesma hora que era aquilo que o andara observando na sebe do jardim àquela manhã.