31 agosto, 2017

O que estou lendo + quote - Uni - Duni - Tê

Oi, gente!!
Depois de ler algumas resenhas sobre esse livro eu resolvi me aventurar e estou adorando a leitura, um suspense muito bem elaborado que deixa o leitor tenso durante quase toda a leitura.

Sinopse: Um assassino está à solta. Sua mente doentia criou um jogo macabro no qual duas pessoas são submetidas a uma situação extrema: viver ou morrer. Só um deverá sobreviver. Um jovem casal acorda sem saber onde está. Amy e Sam foram dopados, capturados, presos e privados de água e comida. E não há como escapar. De repente, um celular toca com uma mensagem que diz que no chão há uma arma, carregada com uma única bala. Juntos, eles precisam decidir quem morre e quem sobrevive. Em poucos dias, outros pares de vítimas são sequestrados e confrontados com esta terrível escolha. À frente da investigação está a detetive Helen Grace, que, na tentativa de descobrir a identidade desse misterioso e cruel serial killer, é obrigada a encarar seus próprios demônios. Em uma trama violenta que traz à tona o pior da natureza humana, Grace percebe que a chave para resolver este enigma está nos sobreviventes. E ela precisa correr contra o tempo, antes que mais inocentes morram.

⎼ No chão, ao lado do celular, tem uma pistola. Está carregada com uma única bala. Para Sam ou para você. Este é o preço da sua liberdade. Para viver, precisa matar. Você quer viver, Amy?
Por que a assassina agia dessa forma? Fazia suas vítimas participarem de um diabólico jogo de uni- duni- tê, certa de que, quem puxasse o gatilho, em última, sofreria muito mais do que sua vítima. A questão, a graça do negócio, seria então o trauma permanente do sobrevivente?

24 agosto, 2017

Série - Sobrevivendo a Escobar, Alias JJ

Sinopse: Alias JJ (Juan Pablo Urrego), também conhecido como "Popeye", é o assassino de aluguel mão direita de ninguém menos que Pablo Escobar. No entanto, quando o Cartel de Medellín desmorona, ele se torna o único sobrevivente e acaba na prisão. Agora, enquanto é ameaçado por seus inúmeros inimigos, esse matador utilizará todas as táticas disponíveis para se ver fora das grades.

Pablo Escobar foi morto em 1993 e ainda muitos filmes, séries e documentários são feitos contando a sua trajetória, na Netflix eu assisti a série Narcos e a minha preferida que é El Patrón del Mal, assisti o documentário ¿Quién mató a Pablo Escobar? e hoje eu vou falar um pouco sobre a série Sobrevivendo a Escobar - Alias JJ.

A série é baseada no livro escrito por John Jairo Velásquez, também conhecido como "Popeye". Ele era parte do círculo interno de Escobar, bem como o chefe da organização criminosa Os Extraditáveis e se entregou a justiça no ano de 1992. Estima-se que Velásquez assassinou 300 pessoas e participou indiretamente de muitas outras antes de cumprir 20 anos de prisão.

A série é composta de 60 episódios e a maioria deles ocorre após a morte de Escobar e JJ encontra-se na prisão, cercado por inimigos. É perceptível o pânico que ele sente enquanto olha fixamente para os prisioneiros à sua volta que estão torcendo pela morte de Escobar. É uma posição desconfortável para qualquer personagem.

Acredito que para quem queira assistir a série seria bom assistir a séries que mostram como Pablo Escobar construiu o seu reinado de poder e horror.

Uma personagem muito marcante e que para mim se tornou imprescindível na trama é a jornalista Ana Maria Solozábal, seu pai foi assassinado por JJ a mando de Escobar, conforme a história vai andando vamos presenciar muitos momentos tensos, com muito derramamento de sangue e várias traições, junto a isso aparecerão depoimentos da jornalista falando como a guerra das drogas transformou a paisagem da Colômbia. Em um momento ela descreve qual foi a reação da sua família quando souberam da morte de Escobar, ela diz: que depois de comemorarem aos gritos  eles começaram a chorar, pois uma morte não justifica a outra, isso é apenas a continuação da guerra.


Com essa série podemos ver que a guerra entre os narcotraficantes não havia acabado após a morte de Escobar, podemos ver como o personagem enfrentou sua vida na prisão em meio aos narcotraficantes, paramilitares e guerrilheiros.


Eu adorei a série e recomendo, preciso urgentemente ler o livro.

21 agosto, 2017

Resenha - A Prisão do Rei

Título: A Prisão do Rei - Série A Rainha Vermelha #3
Autor: Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Páginas: 552
Ano: 2017
Gênero: Distopia/Fantasia/YA
Sinopse: Mare Barrow foi capturada e passa os dias presa no palácio, impotente sem seu poder, atormentada por seus erros. Ela está à mercê do garoto por quem um dia se apaixonou, um jovem dissimulado que a enganou e traiu. Agora rei, Maven continua com os planos de sua mãe, fazendo de tudo para manter o controle de Norta — e de sua prisioneira.
Enquanto Mare tenta aguentar o peso sufocante das Pedras Silenciosas, o resto da Guarda Escarlate se organiza, treinando e expandindo. Com a rebelião cada vez mais forte, eles param de agir sob as sombras e se preparam para a guerra. Entre eles está Cal, um prateado em meio aos vermelhos. Incapaz de decidir a que lado dedicar sua lealdade, o príncipe exilado só tem uma certeza: ele não vai descansar enquanto não trouxer Mare de volta.

Resenha - Espada de Vidro

A prisão do rei é o terceiro livro da série A rainha vermelha, a primeira metade do livro foi para mim cansativa, a leitura fluiu de forma lenta, mas na segunda parte voltamos ao ritmo de ação, a leitura se torna fluida, excitante com os acontecimentos e conforme fui chegando aos capítulos finais deu para perceber que o início lento tinha um motivo, conhecer melhor os personagens e construir um final de deixar o leitor de coração partido esperando pelo próximo livro.

Mare está sob o domínio do Rei Maven, sem seus poderes ela não pode fazer nada a não ser aceitar a sua situação. Enquanto a Guarda Escarlate faz novos aliados e se esforça para acabar com o seu reino de mentiras.

Maven é movido pelo ódio, pela raiva, pelo medo e pela maneira distorcida do que é amor. Ele é uma vítima e me causa certa piedade, acho que ele até pode dar uma reviravolta no próximo livro, pois sei que ele se tornou o que é por causa da manipulação de Elara, ele não nasceu um monstro ele foi criado por ela.

Maven é incapaz de sentir um amor normal por Mare, o que ele sente é uma obsessão e no decorrer da leitura vamos vendo o quanto a solidão toma conta do personagem, muitas vezes pude perceber que não era só Mare que estava presa, Maven também, tinha a impressão de que ele se sentia mais preso do que ela. Mare conhece bem o Maven e ela tira proveito disso para se manter viva.


O crescimento de Mare nesse livro é palpável, vamos perceber que mesmo ela sofrendo e sentindo muito medo durante um bom tempo isso não faz ela perder a esperança de sair dali viva, encontrar seus companheiros, embora não possa usar o seu poder ela o sente dentro dela e isso mostra o quanto a personagem é forte. Quando Maven libera Sanseon para interrogar Mare ela fica aterrorizada, ele é um murmurador e faz ela reviver todas as suas memórias e o que mais dói é ver a morte do irmão várias e várias vezes.

A personagem Evangeline me surpreendeu, o capítulo narrado por ela é fascinante, podemos conhecer mais sobre essa personagem e quais os planos de sua família, espero ver mais capítulos narrados por ela no próximo livro.

A autora conseguiu fazer com que os leitores que estão gostando da série ficassem com o coração despedaçado esperando o desfecho de tudo que foi criado. Embora em alguns pontos a leitura seja lenta em outros as cenas de ação fazem a leitura fluir de forma alucinante, estou adorando poder acompanhar essa série e recomendo.

18 agosto, 2017

O que estou lendo + quote - Nevando em Bali

Oi, gente!!
Comecei a leitura de Nevando em Bali e estou gostando muito, adoro livros em que a história é real e principalmente quando se trata sobre o tráfico de drogas.


Sinopse: “Nevando em Bali”, best-seller da escritora australiana Kathryn Bonella, é um livro raro e absorvente, que traz revelações que vão chocar os leitores interessados em jornalismo investigativo e em histórias humanas por trás dos folhetos que prometem paraísos terrestres. Jovens do mundo inteiro, entre eles surfistas sul-americanos como o brasileiro Rafael, enriquecem até o delírio na pequena e linda Bali, cujos moradores são famosos por acolher com gentis e hospitaleiros sorrisos milhões de turistas. No estilo de vida criado por esses novos playboys, o tráfico de cocaína desempenha papel fundamental. E eles poderão acabar na prisão de Kerobokan, verdadeiro inferno, ou fugir. Mas pagarão alto preço pela vida de luxo. Construído à base de relatos verdadeiros, de primeira mão, sobre esses traficantes, o livro lança a pergunta: quem será o próximo a acabar em kerobokan? Um livro indispensável.
Surfe, sexo e cocaína eram as paixões de Rafael, mas o esporte dos reis havaianos vinha primeiro. Quando era criança, tinha um dom natural com a prancha, surfando as ondas do Rio de Janeiro com graça e agilidade. A adrenalina de descer uma onda quebrando e o senso de liberdade que isso gerava o viciaram desde cedo ⎼ as mesmas fortes emoções que, posteriormente, o tráfico de drogas também provocou.
Após quarenta e cinco minutos, eles me perguntaram muitas coisas, sabe, eu comecei  a fazer piada, piadas e mais piadas. Eu disse para o policial "você pode dizer que é dinheiro de drogas, pode falar o que quiser, mas esse dinheiro pertence aos Estados Unidos e não a você, cara". Eu disse "Cara, você vai ter que me matar pra levar meu dinheiro. Vai ter que atirar em mim. Se quiser ficar com o meu dinheiro, vou fazer barulho aqui... Ligar para a embaixada e tudo. Esse dinheiro não te pertence". Já tinham passado quarenta e cinco minutos, as pessoas esperando dentro do avião. Eu disse "O que você quer?" e o policial me diz "da próxima vez, eu pego você". E aí eu digo pra ele "ok, te vejo da próxima vez, tchau tchau". Marco
Viajava também sempre com drogas para uso pessoal, uma vez quase foi pego. "Eu tinha cem gramas de cocaína e trinta de Suco de Limão (maconha), mas dessa vez fiz pequenos ovos e enfiei no cu." Chegando ao Aeroporto de Sidney com Rafael, Marco recolhia suas bagagens da esteira quando um pequeno cachorro começou a cheirar seu traseiro. O caso virou uma piada recorrente entre os traficantes: "peida quando pega as malas". De novo, consegui não ser pego.