Sinopse: Samantha é uma jovem de 17 anos rica e popular que, depois de passar quatro dias desaparecida, retorna ferida e desmemoriada. A nova Samantha não se reconhece no retrato de menina má e mimada que todos à sua volta começam a pintar. E logo descobrirá que foi a última a ver Cassie, a garota com quem mantinha uma relação confusa de amizade e rivalidade e que desapareceu no mesmo dia que ela. O que aconteceu na noite fatídica em que as duas sumiram? E por que Samantha foi a única a reaparecer? Não olhe para trás é um daqueles suspenses que só paramos de ler para tentar nos antecipar à autora e descobrir qual é o mistério.
Entrevista

Jennifer L. Armentrout (JLA) – É muito emocionante saber que “Não olhe para trás” está sendo lançado no Brasil. Mal posso esperar para tê-lo em minhas mãos.
FL – Como você se sente sendo uma autora best-seller do The New York Times?
JLA – Chegar ao New York Times foi uma experiência incrível. Eu não esperava ter um livro nesta lista. Por isso é sempre uma surpresa para mim quando isso acontece.
FL – Você pode nos contar de onde surgiu o enredo de “Não olhe para trás”?
JLA – Eu não tenho uma fonte de inspiração para meus livros. A maioria das minhas ideias vêm de perguntas que eu faço para mim mesma. No caso de “Não Olhe para trás” a pergunta foi: o que uma pessoa faria se lhe fosse dada a chance de começar de novo? E a ideia floresceu a partir daí.
FL – Quando a amnésia pode parecer algo bom na vida de uma pessoa? Sua protagonista, Samantha, de certa forma não gosta de seu passado.
JLA – Eu acho que algumas pessoas, em determinados momentos de sua vida, gostariam de poder esquecer completamente de algo. Isso me lembra aquele filme “Brilho eterno de uma mente sem lembranças.”
FL – Se você pudesse ser um dos personagens de “Não olhe para trás”, qual deles escolheria?
JLA – Samantha... por causa de Carson.
FL – De onde surgem os nomes de seus personagens deste livro?
JLA – Dos meus seguidores do Twitter e Facebook.
FL – Como uma autora famosa da literatura YA que você é, diga-nos o que um autor tem que fazer para ser diferente de muitos hoje em dia.
JLA – Na minha opinião, um autor deve ser diversificado, em termos de escrita. Passar por diferentes gêneros para que os leitores não se cansem de suas histórias. Mas, como eu disse, isso é apenas a minha opinião, e há exceções. Alguns autores podem escrever sobre bruxas ou vampiros por toda a sua carreira, outros não.
FL – O que você sabe sobre o Brasil?
JLA – Além de saber que é um dos países mais bonitos do mundo, os leitores do Brasil também são provavelmente os fãs mais apaixonados com os quais eu interajo. Eu os amo.


