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10 abril, 2017

Resenha - Sanctum

Título: Sanctum - Série Asylum #2
Autora: Madeleine Roux
Editora: V&R
Páginas: 384
Ano: 2015
Gênero: Horror/YA
Sinopse: Visões. Vozes. As lembranças do verão passado, vividas no alojamento Brookline do New Hampshire College, são as mais aterrorizantes da vida de Dan, Abby e Jordan. Uma experiência traumática que eles querem esquecer. Porém, seguir em frente não será uma opção. Alguém quer manter vivo aquele terror. Os três jovens estão recebendo cartas anônimas com palavras enigmáticas e fotos de um antigo parque de diversões. Para dar fim nesse pesadelo, eles irão se disfarçar de candidatos e voltar por um fim de semana ao campus do NHC. E, ao chegar lá, eles vão descobrir que aquele parque das fotos não só é real como também voltou a funcionar. Agora, a capa pista que tentam desvendar, Dan e seus amigos descobrirão segredos ainda mais sombrios do que haviam imaginado. Além de correrem muito mais perigo. Para se salvar, eles não poderão perder o controle.

Assim que abri o livro para começar a leitura me deparei com uma imagem que fez meu sangue gelar, logo percebi que Sanctum seria mais assustador que Asylum.

Dan, Abby e Jordan costumam se falar pela internet com frequência, mas Dan está estranhando que nos últimos dias eles não estão tão conectados, ele até gosta dos colegas de sua escola, mas eles não são como Abby e Jordan.

Dan mantém um arquivo com fotos e tudo mais que conseguiu sobre o Brookline, lá ele e seus amigos enfrentaram algo muito forte.

Dan ainda quer saber mais sobre o médico que fazia aquelas atrocidades naquele manicômio, pois eles têm um parentesco, ele pode ser seu tio avô e ele quer saber mais sobre seus antepassados.

Ele recebeu uma carta da mãe do Felix, ela está desesperada pois o filho não está melhorando e ele fica chamando por Dan, ele resolve então tentar ajudar e aceita ir até onde Felix está.

Abby e Jordan receberam fotos pelo correio, eles não queriam mais pensar no que houve, querem seguir em frente, virar a página, mas estão com medo e se sentem observados, as fotos são de personagens de um circo, estão rasgadas, parece ser a mesma foto, e cada um recebeu um pedaço.

A visita a Felix não foi tão agradável, ele lhe deu um bilhete, que na verdade é a outra parte que completa a foto junto com os pedaços que Jordan e Abby receberam. No verso do pedaço que Dan recebeu tem números que são coordenadas, eles investigam a foto e momentos depois Jordan se dá conta de que aquele parque itinerante que aparece na foto está perto do Brookline, e as coordenadas indicam que eles devem ir à procura de algo, mas não sabem o que, então Dan resolve propor aos amigos uma excursão para conhecer universidades e assim decifrar esse enigma.

Assim que Dan, Abby e Jordan chegam ao campus, coisas estranhas começam a acontecer e Dan sente que talvez não devesse estar ali, mas agora não podem voltar, precisam descobrir o que quer que tenha ali.

Os amigos vão participar de visita guiada por monitores pelo campus, o monitor de Jordan é Carl, o garoto que apareceu no livro Scarlets e o monitor de Dan é Miccha e ele conta que estão fazendo a catalogação de tudo que tem no Brookline e se ele quiser visitar pode falar com a senhora Reyes.

Quando Dan estava no refeitório ele ouviu uma voz que o chamava, ele viu um menino que devia ter entre 9 ou 10 anos e ele percebeu que o menino se parecia muito com o garoto da foto.

Eles começaram a investigar o que tem nos endereços das coordenadas, no primeiro que vão é uma casa abandonada onde encontram algumas fotos e cartas e Dan ouve a voz de uma menina o chamando para brincar.

Durante um passeio guiado eles param em frente à casa que tinham invadido na noite anterior e descobrem que ali viveu Harvy, o homem responsável pela correspondência da cidade e anos depois foi acusado de ser suspeito do desaparecimento de várias mulheres.


Conforme eles vão investigando várias peças de um quebra-cabeça são encontradas, fotos, casas antigas, cartas e encontros inusitados que mais parecem alucinações. Dan não sabe o que realmente procurar e agora desconfia que o monitor de Jordan, Carl, faz parte do grupo Scarlets, eles não sabem praticamente nada sobre o grupo, mas sabem que estão envolvidos em tudo que está acontecendo.

Em uma das casas, Dan encontra o diário de Daniel Crawford de quando era criança e lendo algumas passagens percebe que ele era uma criança muito maldosa, agora Dan sabe quem é aquele menino que ele vê de camisa listrada e calça curta e porque ele está com a cabeça machucada e sangrando.

Dan em alguns momentos está falando e começa a usar os verbos na primeira pessoa e Abby está assustada, pois tem a impressão que o amigo esta se transformando.

Eles precisam descobrir quem são os Scarlets e a descoberta do que eles fazem não é nada agradável, um dos integrantes acabou ajudando Dan, Abby e Jordan, e foi descoberto, os amigos não puderam fazer nada para ajudar o garoto, a professora Reyes diz que é o momento de ele acordar e isso significa ser lobotomizado.

O quebra-cabeça se fez real e agora ele sabe por que a professora Reyes faz o que faz e sabe como libertar sua mente e também a de todos os integrantes da seita Scarlets.

Esse livro foi um pouco mais sombrio que o anterior, a leitura fluiu de forma fácil e rápida, a autora criou uma trama que intriga o leitor, que me fez ficar hipnotizada durante a leitura, a maneira como os locais são descritos faz a gente se sentir andando por eles e em alguns momentos sentir até um arrepio na espinha. O livro tem várias imagens que me fizeram ficar um tempo observando elas e algumas são bem aterrorizantes quando nos apegamos aos seus detalhes.

08 dezembro, 2016

Resenha - Scarlets

Título: Scarlets - Série Asylum #1,5
Autora: Madeleine Roux
Editora: V&R
Páginas: 104
Ano: 2015
Gênero: Horror/YA

Sinopse: Os mistérios que rondavam o alojamento Brookline estão longe de chegar a uma conclusão. Neste episódio da série Asylum, Cal Erickson vai ser obrigado a integrar um grupo secreto, os Scarlets, mas essa decisão mudará toda a sua vida e vai cobrar seu preço. Scarlets é uma peça chave para que os fãs da saga se preparem para a leitura de Sanctum, segundo volume da série.


Resenha - Asylum

Cal não está nada feliz, tudo que ele queria era voltar para Greenporte, mas está preso com o seu pai, Roger, que é reitor da universidade que Cal está cursando e não está se dando nada bem. Está quase sempre bêbado e suas notas são péssimas, seu pai diz a ele para parar com a bebedeira e que precisa de aula particular.

A garota que está ajudando Cal com os estudos é a Fallon, eles acabam se dando bem, ela realmente ajuda ele com alguns trabalhos.

Como punição por ter sido pego bêbado na sala de aula pela terceira vez, Cal precisa ajudar a professora Reyes na organização do porão da Brookline, o dormitório em que fica. Devon também vai participar da arrumação no porão e Cal o acha um verdadeiro Deus Grego. Eles devem catalogar tudo que encontrarem em um dos quartos do porão, além de Cal e Devon, mais duas meninas fazem parte do grupo.


Cal fica ajudando Devon em um dos quartos, ele acaba vendo uma inscrição na parede e sente a presença de alguém, logo ele vê um garoto que deve ter entre 9 ou 10 anos, o garoto olha para ele e pergunta se ele está ali para ajudar, Cal fica transtornado e a professora deixa que ele volte para o dormitório, mas ele terá que voltar ao porão na noite seguinte. Naquela noite Cal fez de tudo para não dormir, mas quando adormeceu sonhou com o menino.

Fallon está desaparecida e sua amiga Holliday acredita que os Scarlets a levaram. Os Scarlets são membros de uma fraternidade e Holliday diz a Cal que seu pai faz parte desse grupo.

Scarlets a meu ver serve para introduzir o personagem Cal na história que vai se desenrolar no próximo livro da série que é Sanctum.

O final me deixou bastante curiosa para saber mais sobre os Scarlets e ler o quarto livro o quanto antes. Esse livro é bem curtinho, mas deixa o leitor intrigado para saber mais sobre os segredos que estão guardados ali naquele porão. A escrita da autora é envolvente, ela coloca detalhes na escrita que faz o leitor se sentir imerso na trama.

19 fevereiro, 2016

Resenha - Asylum

Título: Asylum - Série Asylum #1
Autora: Madeleine Roux
Editora: Vergara & Riba
Páginas: 336
Ano: 2014
Gênero: Terror/YA

Sinopse: Para Dan Crawford, 16 anos, o New Hampshire College Prep é mais do que um programa de verão – é uma tábua de salvação. Um pária em sua escola, Dan está animado para finalmente fazer alguns amigos em seu último verão antes da faculdade. Mas, quando ele chega no programa, Dan descobre que seu dormitório para o verão costumava ser um sanatório, mais comumente conhecido como um asilo. E não apenas qualquer asilo — um último recurso para criminosos insanos.
À medida que Dan e seus novos amigos, Abby e Jordan, exploram os recantos escondidos de sua casa de verão assustadora, eles logo descobrem que não é coincidência que os três acabaram ali. Porque o asilo é a chave para um passado terrível. E existem alguns segredos que se recusam a ficar enterrados.
Dan chega à universidade para o curso de verão, quer fazer amigos, ele vai direto para o alojamento que é na verdade uma Instituição de Saúde Mental (manicômio) desativada que está sendo reformada para o curso de verão. O manicômio foi fechado em 1972, quando foi comprado pela universidade para servir de alojamento. Quando ele chega ao quarto, encontra um colega já instalado, ele então coloca suas malas no lado que está vago e por curiosidade abre a gaveta da mesa e encontra uma foto antiga de um homem com jaleco e os olhos riscados.

Dan conhece Abby e Jordan e fala para eles de uma sala no primeiro andar e convence eles a irem até lá dar uma olhada, a curiosidade é tudo, Dan quer ver se encontra alguma outra foto igual a que encontrou em seu quarto. Eles encontram fotos de adultos e de uma criança que impressionou bastante Abby.

Dan descobre na internet que ali naquele sanatório um assassino em série conhecido como escultor, foi mantido como paciente e agora a sua curiosidade está a mil, ele quer saber o que aconteceu com esse e outros pacientes. Dan está ficando assustado, pois além de se sentir vigiado, ter visões e sonhos, agora está aparecendo mensagem em seu e-mail sobre o paciente 36 I e ele, Abby e Jordan querem ir à sala ver se encontram algo mais, ele quer encontrar respostas para o que está acontecendo.

Abby é a mais corajosa dos três, ela é curiosa e pelo visto nada a intimida, eles foram à sala e dessa vez descobriram muito mais, mas foram descobertos, mas mesmo assim Dan conseguiu pegar os registros do paciente chamado Dennis. Abby descobriu que sua tia (irmã de seu pai) foi paciente ali no sanatório e pelas datas de nascimento e admissão ela deveria ter entre 7 - 8 anos no máximo e poderia muito bem ser a menina da foto.

Dan se sente cada vez mais envolvido com o que aconteceu ali e resolve ir até o subsolo sozinho e faz novas descobertas, mas lá ele acaba desmaiando e Abby o encontra caído no chão, quando os dois voltam para o andar de cima encontram policiais e um alvoroço, um garoto foi encontrado morto e quem o encontrou foi Felix, o colega de quarto de Dan e o que deixa ele bastante intrigado é que o modus operandi é exatamente igual ao que o assassino Escultor usava.

Deixando a curiosidade com relação aquele lugar um pouco de lado Dan toma coragem para convidar Abby para um encontro, o ar de romance é deixado de lado, já que a trama se trata de descobertas e misterios.
Jordan tem um sério problema em se sentir deixado de lado, ele conta que quando resolveu assumir que é gay, seu melhor amigo simplesmente deixou de falar com ele e tem mais o fato de ele ter medo de ser expulso do curso, seus pais não sabem que ele está ali, somente seu tio sabe que ele está fazendo um curso de verão, seus pais acreditam que ele está em um acampamento religioso para a cura gay.
Desde o dia em que foram até a sala do primeiro andar, Dan está tendo sonhos e visões com o sanatório, os médicos e até sonhando ser um dos pacientes.

Jordan começa agir de forma estranha, ele conta que está tendo sempre o mesmo pesadelo e se afasta dos amigos, o seu sentimento com relação a Dan agora é de raiva e ele não sabe por que, mas quer descobrir. O que tudo indica é que os três não estão ali por acaso, cada um está descobrindo o que os liga aquele lugar e cada um está sendo afetado de uma maneira diferente. Dan acredita que tudo está acontecendo para que ele descubra algo, ele não foi parar ali por coincidência, seus lapsos de memória estão cada vez mais frequentes e ocorrem sempre que um ataque contra algum aluno vai acontecer. Algo está acontecendo naquele lugar e ele precisa descobrir o que é e como faz parte daquilo tudo.


A autora descreve os lugares de uma maneira que me fez em alguns momentos sentir como se estivesse caminhando pelo corredor entre salas abandonadas com suas camas, instrumentos, fotos, documentos. Tudo parecia tão real, palpável. A leitura foi rápida e me senti envolvida até o final que por sinal me surpreendeu bastante.
O livro traz fotos, conforme a história vai se desenrolando, as imagens são perturbadoras se o leitor resolver perder uns minutos estudando seus detalhes.
Embora o livro traga imagens que me deixaram um tanto aterrorizada a história em si não é aterrorizante, ela é impressionante, cheia de descobertas que fizeram com que eu gostasse muito do livro, principalmente por se passar em um sanatório que é um local que sempre me causa arrepios cada vez que leio algo a respeito.

Eu gosto bastante da capa, a diagramação é bem elaborada com muitos detalhes e imagens.

15 setembro, 2014

Resenha - Correr ou Morrer

Título: Correr ou Morrer - Série Maze Runner #1
Autor: James Dashner
Editora: Vergara & Riba
Páginas: 426
Ano: 2010
Gênero: Distopia/Suspense/Ação

Sinopse: Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.
Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.
Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.
Como resumir a leitura em uma palavra? Viciante, simplesmente isso. E não esqueçam para sobreviver é preciso correr.

Em um mundo pós-apocalíptico, um grupo de adolescentes todos meninos estão fazendo de tudo para sobreviver na clareira e desvendar os mistérios do labirinto. Tudo começa a mudar quando Thomas chega à clareira, completamente confuso, sem entender o porquê de estar ali. Depois de conhecer alguns integrantes daquele grande grupo, ele começa a sentir como se aquele lugar fosse conhecido, por alguma razão ele começa a se sentir confortável e logo começa uma amizade muito legal com Chuck. Muitos dos garotos não gostam da presença de Thomas, acham que ele está ali para fazer alguma coisa de ruim. Alby que parece ser o mais velho do grupo disse a Thomas que ele é o primeiro novato desde que Nick foi morto e diz que eles se chamam de clareanos. Thomas tem muitas perguntas, não entende o que está acontecendo e não sabe se está sendo punido por alguma coisa. Aos poucos ela vai descobrindo o que é o labirinto, porque um grupo de meninos chamados corredores ficam lá o dia todo e então ele resolve que quer ser um corredor, ele sente que pode ajudar o grupo a escapar daquele lugar. Um dia depois da chegada de Thomas, o elevador volta à clareira trazendo agora uma garota chamada Teresa e ela anuncia a eles que a partir daquele momento tudo iria mudar e que ela e Thomas seriam os últimos adolescentes a chegar até a clareira. Eles enfrentarão o perigo, irão perder alguns amigos, mas tudo para conseguir sair vivos dali e se sentirem seguros, mas será que ficarão em segurança? Será que tudo vai acabar ali.
Então Thomas percebeu...como se várias peças de um quebra-cabeça se encaixassem. Ele não sabia como seria a imagem no final, mas as palavras que disse em seguida quase soaram como se saísse de outra pessoa. - Chuck, eu...eu acho que já estive aqui antes.
O autor conseguiu construir uma trama tão envolvente que eu não conseguia largar o livro, imagina você adolescente ter a memória apagada e ser enviado para um lugar cercado por um muro e que tem um labirinto com moradores chamados verdugos e a descrição desses predadores é realmente de dar medo, o legal é que se você for picado por um deles os criadores fornecem o antídoto, mas as reações não são nada agradáveis e uma dessas reações é você lembrar como era o mundo lá fora antes de ser mandado para a clareira. O grupo é muito organizado todos têm suas funções, existem regras que devem ser seguidas, eles fazem um juramento quando são escolhidos por um encarregado que é “nunca sair à noite” e somente os corredores é que podem entrar no labirinto. Alby e Newt são tipo os lideres do grupo e Minho é o encarregado dos corredores, ele decide que Thomas deve ser um corredor depois de passar a noite no labirinto e conseguir sair de lá vivo. Mas tudo pelo que eles estão passando é um teste, eles são parte de um experimento, tudo aquilo ali naquele ambiente foi feito para ver quais são os mais fortes, mais persistente e que sobreviverão.
Minho, Newt e Alby 

Os personagens tem uma personalidade bem definida. Chuck é o personagem mais novo, gosta de fazer pirraça com os outros, mas é impossível não adorar ele. Thomas é um personagem cativante, ele é extremamente questionador, não entende porque os clareanos não respondem todas as suas perguntas logo que ele chega, ele quer entender o que cada um faz o que é realmente o labirinto, ele também é muito observador e logo que entra no labirinto e vai até o penhasco percebe que aquilo ali era algo importante. Teresa para mim é a personagem mais misteriosa, que me deixou bastante intrigada.
Mortes são inevitáveis, mas fiquei muito revoltada com a morte de um personagem que eu adorei.
Os capítulos são curtos, a leitura é viciante, o autor descreve muito bem todos os detalhes do lugar onde o grupo está. Eu literalmente devorei o livro e agora sim posso dizer Eu aprendi a amar distopias \o/. Um livro não só para quem gosta de distopias, mas os amantes de suspense e ação. 

Somente quem leu vai entender a imagem ehehe


18 julho, 2014

Lançamento - V&R Editoras

Olá pessoal!!
A editora V&R está lançando um livro que chamou muito a minha atenção.


Uma Canção para Jack narra a relação entre Megan e Jack, dois adolescentes que se conhecem no hospital onde estão fazendo um tratamento contra o câncer. "A história tinha que ser verossimilhante, porque eu odeio sentimentalismo, não poderia suportar isso", diz Celia Bryce, autora do livro. “Na verdade, o livro é engraçado e totalmente crível com personagens atraentes que não são mais santos por estarem doentes”.

Na obra, Megan não consegue compreender, a princípio, que está doente. Nem mesmo sente assim, pelo menos antes do início da quimioterapia. Ela é uma menina de 13 anos que foi recentemente diagnosticado com câncer. Na ala infantil, Megan fica furiosa com todas as crianças gritando, as decorações coloridas e os blocos de construção que a cercam. É durante o seu primeiro dia lá, que Megan conhece Jackson Dawes, um garoto que encara a vida com bom humor. 

Jack entra na vida de Megan e os dois criam um vínculo que ajuda a menina a ver a sua vida a partir de uma nova perspectiva. Nessa zona nebulosa entre amigos, começa a surgir algo mais. Celia Bryce transmite com precisão o turbilhão de emoções que os personagens experimentam durante um momento turbulento. “Eles podem não ser graciosos, gratos, ou bons. Eles podem brigar, chorar, gritar e lamentar ou serem sarcásticos, rudes e irracionais. Eles têm todo o direito de ser”.
"Eu realmente nunca quis escrever um romance antes. A história surgiu a partir de uma série de histórias que nadam ao redor e dentro de mim", afirma a autora. Ela diz que começou a escrever a história em 2002, não imaginando, então, que seria um romance. 

Celia fez a pesquisa em duas instituições da Inglaterra para o livro. Ela visitou a unidade de câncer adolescente em RVI de Newcastle e conversando com as pessoas na Christie NHS Foundation Trust, em Manchester. O livro é dedicado a duas jovens vítimas de câncer.

Leia o primeiro capítulo aqui

Sobre a autora
Celia Bryce nasceu em Jarrow, Inglaterra. Mas antes que ela escrevesse as palavras ordenadamente e em linhas retas, queria ser uma enfermeira, e foi. Porém, com o passar do tempo, decidiu pela arte da escrita e colocou sua vontade em prática. Celia também é vocalista e acordeonista de um grupo de folk. Curte visitar escolas e bibliotecas e realizar oficinas de texto para jovens e idosos. 



O que acharam do lançamento?
Tem gente que está passando longe de livros com essa temática, eu até fiquei com vontade de ler, já que o livro mais famoso com essa temática eu não li nem tenho vontade de ler rsrsrsrs, esse chamou a minha atenção.

Beijão a todos!!