01 maio, 2017

Resenha - Véu do Tempo

Título: Véu do Tempo
Autora: Claire R. McDougall
Editora: Jangada
Páginas: 368
Ano: 2017
Gênero: Romance/Histórico
Sinopse: A medicação para a epilepsia mantém Maggie num estado permanente de torpor, mas não consegue aliviar sua dor por ter perdido a filha em decorrência da mesma doença. Com o fim do seu casamento e o filho mais velho num colégio interno, Maggie se muda para uma casa de campo nas ruínas de Dunadd, o local histórico que um dia foi a sede da realeza da Escócia. Tudo muda em sua vida após uma convulsão, e Maggie desperta num vilarejo dentro dos muros de Dunadd do século VIII. Mesmo sem saber se isso realidade ou apenas uma alucinação causada pela doença, ela é atraída pela presença de Fergus, irmão do rei e pai de Illa, uma menina que tem uma semelhança impressionante com a sua falecida filha. Mas, com as demandas do presente chamando-a de volta, conseguirá Maggie deixar para trás o príncipe escocês que já a chama de meu amor?
Quando li a sinopse duas coisas me fizeram ficar com um pé atrás, primeiro eu não me dou muito bem com histórias que tem viagem no tempo e coisas desse tipo, muitas vezes acabo ficando perdida demais. E a segunda é que vi que o romance se passa na Escócia medieval e romance de época não é algo que me chame à atenção, mas mesmo assim resolvi apostar na leitura e assim sair da minha zona de conforto.

Só em dar a primeira olhada na diagramação eu já gostei bastante principalmente porque a fonte é tamanho maior que a que geralmente encontramos nos livros, para mim que tenho problema de visão isso facilita muito a leitura, principalmente à noite.

Margarete Griggs sofre de epilepsia, quase sempre após uma convulsão ela dorme e sonha muitas vezes com reis, guerreiros e homens escoceses. O mundo dela desmoronou depois que a filha, Ellie, morreu durante uma convulsão e seu marido a culpa por ter passado a sua doença a diante, seu filho Graeme foi para um Colégio interno e Margarete agora está se divorciando.

Ela resolve ir para um chalé em Dunadd, como ela está em um lugar onde ninguém a conhece ela resolve começar a usar o seu nome de quando era solteira e agora se apresenta sempre como Maggie Livingstone.

Ali em Dunadd Maggie conhece um homem chamado Jim que mora em outro chalé, ele a visita e ela acaba gostando muito de conversar com ele, pois Jim é educado e bem informado, parece ser uma pessoa boa para conversar e eles vão ter muito que conversar no decorrer da trama criada pela autora.

Após uma convulsão Maggie pega no sono e se vê em uma Dunadd completamente diferente, a muralha envolta do local, o castelo e as pessoas com suas vestes típicas de séculos atrás. Quando ela é descoberta naquele lugar, homens a levam até uma mulher chamada Sula que é uma bruxa. Nessa Dunadd de séculos atrás, Maggie vai conhecer Fergus, ele perdeu sua esposa Saraid para a peste e ele não se vê casando novamente, mas seu irmão e sua mãe a rainha acreditam que já é hora de ele se casar. Fergus tem uma filha, Illa, que tem oito anos e o maior medo de Fergus é de perdê-la. Illa é muito parecida com a filha que Maggie perdeu e Fergus a acha muito parecida com a sua esposa morta.

Quando Fergus vê Maggie pela primeira vez ele fica intrigado com suas vestes, seu cabelo, mas não consegue parar de pensar naquela mulher. O encontro entre eles foi um tanto rude, é isso que eu não gosto em romances de época, a maneira como os homens tratam as mulheres, a maneira como ele fez para saber se ela era realmente uma mulher é repugnante e revoltante para mim.


Maggie está aproveitando o tempo no chalé para dar continuidade a sua tese sobre bruxas, ela faz isso enquanto espera o dia de sua cirurgia, ela resolveu fazer uma lobectomia para assim parar com as convulsões, mas com elas ela vai parar com os sonhos e será que ela estará preparada para não encontrar mais Fergus?

Quando Maggie vai até Glasgow assinar o seu divorcio e depois vai para Edimburgo visitar seu filho, eles fazem um passeio por lugares históricos e isso me fascinou, é muito legal conhecer um pouco da história da Escócia através de um romance como esse.

Eu fiquei muito surpresa por ter gostado e me envolvido tanto com a leitura, principalmente porque a autora descreve tão bem os lugares eu conseguia visualizar e isso fez eu me sentir dentro da trama, mas tem uma coisa que eu não consigo entender e é isso que me deixa frustrada quando leio livros com tempos diferentes, como ela tá no passado interagindo com os personagens e ao mesmo tempo está ativa no presente, isso deu um nó na minha cabeça enquanto lia, por isso que tramas que o personagem está no passado e no presente não funcionam comigo.

Eu gostei muito de ter saído da minha zona de conforto, foi bom ter dado uma chance a leitura, vi que tem muitas tramas diferentes, bem elaboradas ao alcance dos leitores, só é preciso se disponibilizar a conhecer gêneros diferentes.
Leitura recomendada!

29 abril, 2017

Chegou - Mundos Paralelos: A Ponte

Oi, gente!!!
Chegou mais uma novidade de outra autora nacional, o livro da vez é Mundos Paralelos: A Ponte.
A autora enviou um exemplar autografado e já vou dizendo que estou apaixonada pela capa.

“A ponte era o único caminho que conduzia aos mundos paralelos, somente os filhos do ar é que podiam ir a estes mundos sem ter, necessariamente, que cruzar a ponte. Todos os outros filhos dos deuses e os demais seres precisavam atravessá-la. Era uma ponte antiquíssima, construída pelos primeiros deuses. Era feita de troncos de uma árvore que só crescia no mundo superior. Havia outras árvores igualmente únicas e poderosas; esta, da qual se construiu a ponte, era chamada de árvore da vida e os pregos utilizados para pregar estes troncos gigantescos foram produzidos a partir do material do rio de metal derretido, as cordas que a amarravam eram extremamente resistentes, tinham sido tecidas com os cabelos de uma antiga deusa da Terra Sombria.
O que separava os mundos paralelos era um tenebroso abismo, não era possível visualizar o seu fundo, visto que era infindavelmente profundo onde corria um rio de águas amargas. Somente poderia chegar a esta ponte quem estivesse nos domínios dos mundos superior ou inferior, mas os habitantes do mundo inferior precisavam de autorização dos deuses para atravessar a ponte e ter acesso aos mundos paralelos. Já os seres destes mundos paralelos não poderiam, de maneira alguma, chegar até lá, o portal era intransponível e não era visível a humanos. Agora os filhos do fogo teriam de ir até lá, fazer a perigosa travessia e chegar ao mundo paralelo onde Angak vivia e impedir que os seres do mundo inferior a alcançassem. Isso era imprescindível.” (Trecho do livro)
Conhecendo um pouco mais sobre a Série Mundos Paralelos
“Desde que o deus Uno se dividiu e se despedaçou, os mundos superior e inferior e seus respectivos seres lutavam para sobressaírem-se, obtendo o domínio dos mundos paralelos. Os que eram essencialmente bons queriam que o bem dominasse; os que eram essencialmente maus queriam que o mal reinasse, mas não era assim que deveria acontecer. Para que o equilíbrio fosse restaurado, tanto o bem quanto o mal eram necessários. A dualidade existia para que a harmonia fosse alcançada. O deus Uno havia se fragmentado para que cada partícula de sua essência pudesse alcançar o conhecimento e assim, evoluir. Na verdade não existiam opostos, apenas intensidades diferentes. O bem é tão somente o mal em sua menor intensidade; e o mal é igualmente o bem um seu menor grau, mas um não pode existir sem o outro. Ambos nasceram de uma mesma fonte. Ambos possuem a essência um do outro. Ambos são um.”

Além de Mundos Paralelos, a Ponte , Rosana Ouriques publicará os seguintes livros:
* Mundos Paralelos, em Busca da Fonte
* Mundos Paralelos, a Descoberta do Elixir
* Mundos Paralelos, os Guardiões da Escrita Sagrada
* Mundos Paralelos, a Árvore Contante
* Mundos Paralelos, o Resgate de Maya
* Mundos Paralelos, o Repouso dos Deuses
* Mundos Paralelos, a Espiral.


Rosana Ouriques nasceu em 5 de outubro de 1972, filha de José Carlos Ouriques e Maria Bernadete Melo Ouriques.
Formou-se no magistério em 1991, cursou licenciatura em Ciências da Religião e pós-graduou-se em Fundamentos e Metodologia em Ciências da Religião na Fundação Universidade Regional de Blumenau FURB, em Santa Catarina. Professora na rede pública e particular de ensino há 20 anos.
Escreveu artigos para o Jornal de Santa Catarina, palestrou em diversos eventos e foi consultora para elaboração de Proposta Curricular para o Ensino Fundamental em três municípios catarinenses.
É casada e mora com os filhos em Itapema, no litoral catarinense, juntamente com seus dois gatos e dois cachorros. Protetora dos animais, adora cozinhar, vinhos, livros, cinema e caminhadas à beira-mar. rosamaisana@bol.com.br

28 abril, 2017

Resenha - Se meu cachorro falasse

Título: Se meu cachorro falasse
Autora: Cynthia L. Copeland
Editora: Sextante
Páginas: 176
Ano: 2016
Gênero: Autoajuda
Sinopse: Combinando lindas fotos de cachorros às ótimas lições de vida que eles nos ensinam, este livro é um delicioso lembrete do que realmente importa.
Menos preocupação, mais alegria
Os cachorros nos ensinam a receber cada manhã com entusiasmo e otimismo, a amar de forma incondicional, a perdoar com facilidade e a saber quando fugir e quando descansar. Verdadeiros filósofos de quatro patas, eles nos mostram que cada dia é uma dádiva — e que cada refeição é a melhor de todas!
A resenha de hoje é curta, mas de um livro muito fofo e vai ter muitas fotos, pois eu adoro mostrar meus filhos, rsrsrs sou mamãe coruja. Assim que vi o lançamento de Se meu cachorro falasse, logo o pedi para a editora.
A leitura dele é fácil, agradável e nos mostra várias citações que tem tudo a ver com os cães e até mesmo com as raças representadas. É um livro perfeito para aqueles que têm ccachorros, ou que mesmo não tendo os amam de qualquer maneira.


"A força está nas diferenças, não nas semelhanças." - Stephen Covey
Ele mostra também histórias tristes como a do cachorro Hachiko, que eu já conhecia através do filme e realmente é uma história triste, mas também mostra o quanto o amor deles por nós humanos é leal, infinito e sem o menor interesse.


Enquanto eu lia ia imaginando tudo que já vivi com os meus cães, um Basset Hound de 7 anos chamado Ares e seu irmão Caius, um Buldogue Francês de 7 anos, com eles aprendi  o quanto é importante darmos valor as pequenas coisas, como é fácil agradar eles com um simples passeio, uma coçadinha na barriga, um momento de atenção. Eu sempre digo que o Ares e o Caius só faltam falar, pois eles entendem tudo, o Buldogue é super inteligente e aprende fácil o que a gente ensina, mas o Basset ah esse ninguém manda nele affff, posso morrer chamando o Ares, mas não adianta ele faz o quer, lembro que uma vez li uma reportagem sobre o Basset Hound ter o melhor faro, mas a polícia não usa eles para serem farejadores porque eles não se deixam adestrar, eles realmente são assim, fazem o que querem. Sou a pessoa mais feliz do mundo por esses dois meninos terem me escolhido como mãe.


Eu amei ter lido esse livro, pois ele nos mostra o quanto a amizade entre nós e um cachorro é importante, eles nos mostram o que é amizade de verdade, o quanto são leais, que devemos nos apegar as pequenas coisas, curtir o momento e o mais importante sempre agradecer por tudo e por todos.
Leitura mais do que recomendada!!!

27 abril, 2017

Chegou - O Treinador do Meu Sobrinho

Oi, gente!!!
Recebi ontem o livro O Treinador do Meu Sobrinho, ele foi cortesia da autora e vou começar a leitura hoje mesmo, logo vai ter resenha dele por aqui.
O livro veio autografado e eu agradeço o carinho que a autora teve comigo durante a troca de e-mails.

Sinopse: Duda aprendeu que a vida não era fácil, mas nunca se deixou abater pelos obstáculos. Conhecida por sua personalidade ousada, ela valorizava sua própria liberdade acima de quaisquer sentimentos. A vida estava sempre sob seu controle... até seu sobrinho, o jovem tenista Igor, garantir-lhe que André, seu treinador, seria o “homem ideal” para ela. Duda não acha que precisa de qualquer relacionamento sério, aliás, aprendeu que o amor não existe para todos, especialmente não para ela. Por isso, tudo soava muito divertido quando Duda soube que finalmente conheceria o “tão mencionado” André; o problema é que o tal “homem ideal” era um babaca que parecia muito disposto a irritá-la. Agora, Duda precisará lidar com as expectativas românticas de seu sobrinho, a monitoria estressante de sua irmã mais velha, o confronto com seu próprio passado doloroso e a verdade de que nunca é tarde para aprender a amar.

Vanessa Gramkow nasceu em 22 de setembro de 1982, na cidade de Presidente Getúlio (SC), onde permanece morando com seu marido e filho. Formou-se em Pedagogia, com especialização em Educação Infantil e Anos Iniciais, e atua profissionalmente como professora, área na qual adora trabalhar, pois não apenas transmite conhecimento como também sabe que educar é um ato de amor. Apaixonada pela leitura, nas horas vagas dedica-se a realizar um grande sonho, ser escritora, com o objetivo de fazer com que seus leitores, em cada história, reflitam sobre os pequenos momentos da vida.

Alguém já leu o livro? Conhece a autora por ter lido outro livro dela?
Espero apreciar a leitura e voltar aqui para contar tudo para vocês.