21 março, 2015

Minha opinião - Degustação - A Playlist de Hayden


Sinopse: A playlist de Hayden - Depois da morte de seu amigo, Sam parece um fantasma vagando pelos corredores da escola o que não é muito diferente de antes. Ele sabe que tem que aceitar o que Hayden fez, mas se culpa pelo que aconteceu e não consegue mudar o que sente.
Enquanto ouve música por música da lista deixada por Hayden, Sam tenta descobrir o que exatamente aconteceu naquela noite. E, quanto mais ele ouve e reflete sobre o passado, mais segredos descobre sobre seu amigo e sobre a vida que ele levava.
A PLAYLIST DE HAYDEN é uma história inquietante sobre perda, raiva, superação e bullying. Acima de tudo, sobre encontrar esperança quando essa parte parece ser a mais difícil.
Quando recebi essa degustação de A Playlist de Hayden, fiquei louca e ainda mais enlouquecida quando li isso:

Isto é o que Sam sabe:> Houve uma festa.> Houve uma briga.> Na manhã seguinte, o melhor amigo de Sam, Hayden estava morto.> Tudo o que ele deixou para Sam foi uma playlist – e um bilhete.
O que Sam não sabe é:> Por quê?
Eu amo livros que tratam sobre morte, segredos e esse pelo visto ainda traz um tema bem pesado que é o bullying. Nesses 8 capítulos vamos conhecer um pouco sobre os amigos Sam e Hayden.

Hayden era um garoto que sofria nas mãos de seu irmão e seus amigos, ao que dá para notar seu irmão não era nada amigável, Hayden era um garoto gordinho, nerd, tímido que adorava Star Wars e passar a tarde em uma loja específica do shopping, ele e seu amigo Sam também jogavam RPG online.
Sam agora sem seu amigo se sente triste, perdido e ao mesmo tempo irritado com pessoas que nunca se preocuparam com Hayden e agora estão em seu velório dizendo frases bonitas sobre ele. Sam já ouviu várias vezes a playlist e só concluiu uma coisa: as músicas são depressivas e algumas fazem Sam se lembrar de coisas passadas.

Essa degustação me deixou mais ansiosa para ler todo o livro e descobrir o que realmente aconteceu na festa na noite anterior à morte de Hayden, quero poder conhecer Astrid a menina que procura Sam dizendo que entende o que ele está sentindo agora que seu amigo partiu.

A leitura fluiu de uma maneira rápida e muito cativante é impossível não se envolver com esses personagens, já deu para perceber que a autora criou uma trama perfeita que vai agradar muitos leitores. Cada capítulo é o nome de uma música e a playlist é maravilhosa. Eu quero esse livro aqui em minhas mãos agoraaaa. Se alguém está se perguntando qual é a minha nota inicial para essa degustação é claro que é 5.

Beijão a todos!!

#MêsFantástico: Ilha de Ar (Saga Os Qu4tro Elementos Vol. 3) - Parte 2



Prólogo

Descobri que as coisas saíram do meu controle quando os estímulos não responderam ao meu comando, quando as pessoas me surpreenderam, quando a sensação de liberdade se foi. Não posso mais afirmar que esteja só. Há sempre uma voz intrusa me carregando de volta à insanidade.
E o desejo... Sua urgência me enlouquece e só há um lugar onde meu corpo encontra paz. Meus cinco sentidos se voltam para ela, desligando meu cérebro. Sua pele, seu perfume, seu cabelo, sua boca e a pedra, pendurada em seu pescoço são chamariz para mim.
Por causa destas distrações, fui incapaz de prever o que aconteceria. Quando percebo, estou no epicentro de uma guerra mística, na qual nem acredito. Mas agora é tarde para fugir do destino que me é imposto. Terei que decidir de que lado ficar. E essa escolha será crucial para o vencedor.
Leia a degustação de cinco capítulos no Wattpad ou no Widbook.

Opiniões

"Um elemento muito legal dos livros da Josy são os locais. Toda história está ligada a natureza (afinal o nome da saga é Os Quatro elementos, né? ) e cada uma se passa em um lugar diferente do Brasil, então além de ficarmos entretidos com os personagens nos envolvemos também com as belezas do nosso país. Cada vez que termino de ler um livro da Josy fico com uma vontade imensa de viajar. rsrs A história de Nicolas se passa em Vitória, Espírito Santo. Não imaginava que tinham lugares tão lindos quanto os descritos lá. Preciso realmente conhecê-los." – Gabi Lima

"Muito bom
Além de uma grande surpresa de ver que a história se passa nessa minha cidade MARAVILHOSA e normalmente esquecida pelos Turistas..... onde autores brasileiros normalmente se focam e Rio e São Paulo, é muito legal ver uma autora se aventurar em outras cidades desse nosso Brasil Maravilhoso.
A história é envolvente e cativante... suspense e amor... descritiva e fiel...
Amei cada um dos 3 livros que já li... e não posso esperar pelo último da saga!!
Aguardarei ansiosa!!!! =D" – Layla Rostoldo

"Simplesmente Maravilhoso!!!
Amei o livro a escritora mostra como a magia pode envolver e levar os leitores a uma viagem com muita emoção, paixão, torcida, e você só fica satisfeito quando acaba de ler e diz vamos ao próximo livro? Vamos ver como termina essa emocionante historia de Tamires, Lucca e Nicolas e agora no último espero mais emoções... Parabéns a Autora!" – Claudia Durão

Links

FanPage: www.facebook.com/sagaOsQu4troElementos
Site: www.josystoque.com.br/p/ilha-de-ar.html
Skoob: www.skoob.com.br/ilha-de-ar-167046ed186243.html
Wattpad: www.wattpad.com/story/4608150-ilha-de-ar-saga-os-qu4tro-elementos-vol-3
Widbook: www.widbook.com/ebook/ilha-de-ar
Playlist: www.youtube.com/playlist?list=PLB9nGo_8PlF7_GKAoptmQ11kltqvRA780
Amazon-eBook: www.amazon.com.br/dp/B00OHU699A
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Beijão a todos!!

18 março, 2015

#MêsFantástico: Ilha de Ar (Saga Os Qu4tro Elementos Vol. 3) - Parte 1


A continuação mais sexy da saga Os Qu4tro Elementos na qual a jornada mística dos protetores será questionada a tal ponto que talvez a missão deles falhe. Conheça mais sobre a história de Nicolas e Lara em Ilha de Ar.
Sinopse

“A liberdade sufoca”
Se você fosse lindo, rico, talentoso e tivesse qualquer mulher aos seus pés, abandonaria tudo por amor? E se seu amado pai o deixasse sozinho com uma mãe que não o considera mais seu filho, ainda vacilaria? Nicolas Bertoldi preza por sua liberdade acima de todas as coisas, mas, puxado pela força mística da água-marinha, rende-se à sensualidade da ex-namorada vez após outra. Seu mundo ideal desmorona e o futuro se restringe a uma linha tênue entre a loucura e a sanidade.
Um homem sufocado pela dúvida: ficar do jeito que está ou partir rumo ao desconhecido?

Personagens

Nicolas Bertoldi
O personagem mais distante de toda a trama mística, esse protagonista promete colocar em xeque a missão de salvar a terra de origem dos quatro elementos, perdidos em cantos diferentes do Brasil. Nicolas só queria se dar bem na vida, com seu próprio esforço, e continuar fazendo tudo o que mais gosta. Só não esperava que um dos muitos reencontros com sua ex o prendesse de tal forma, que a sanidade lhe escapasse. Afinal, o que mais poderia explicar os poderes que surgem de repente? Ele estava ficando louco!




Lara Costa
A queridíssima e determinada personagem feminina dessa história só tem uma fraqueza: seu primeiro e único amor, Nicolas. Ela não consegue dizer não a ele e sente muita raiva de si mesma por ceder vez após outra para a atração que sempre os convida a uma noite quente e sem compromisso. Mas ela não quer só isso, ela quer mais. E se deparará com uma força maior que os liga de uma forma sobrenatural. Como vencer isso? Ou deveria se entregar de uma vez?


Essa trilha sonora me conquistou só por ter Linkin Park e Paramore, adorooooo.


17 março, 2015

Entrevista com a escritora Elizabeth Laban


A escritora Elizabeth Laban marca sua estreia na literatura YA com uma obra intrigante para os leitores jovens. Antenados com tudo o que há de novidade nesse universo literário, com certeza já leram de tudo, mas “Da ordem ao caos” tem algo que vai conquistar os leitores mais exigentes.

Trata-se de um enredo de drama e suspense a partir das narrativas gravadas em CDs pelo ex-aluno albino da escola Irving, Tim. O garoto se envolveu em um episódio obscuro para o qual havia muitas perguntas e poucas respostas. Mas como surgiu essa história e qual seu processo de criação?
Descubra nesta entrevista em que Laban revela os bastidores de seu trabalho para a trama de “Da ordem ao caos”, lançamento da FAROL.

Da ordem ao caos é seu primeiro romance juvenil. Como foi que teve a ideia de escrevê-lo?

Eu queria escrever um livro desde a quarta série do ensino fundamental. Meu amigo Marshall Cooper vinha à minha casa e tentávamos criar histórias para uma personagem que chamávamos de Chopped Suey. Na minha imaginação, ele era um detetive juvenil, descolado e urbano. Nunca passamos do projeto da capa! Mas, desde aquela época, eu sempre criava histórias na minha cabeça. A ideia de Da ordem ao caos surgiu em várias etapas. Eu gostava da ideia de escrever a respeito de um triângulo amoroso clássico. Também fiquei impressionada com a ideia de usar um trabalho acadêmico complicado para ajudar a desenvolver a história. No meu terceiro ano do ensino médio, tive de fazer um trabalho de longo prazo que chamávamos de ensaio sobre a tragédia, apenas ligeiramente diferente do que fazem os alunos do Irving. Minha tarefa era definir uma tragédia e decidir se algo assim poderia existir na literatura contemporânea. Faz alguns anos, achei meu ensaio. Relendo-o tanto tempo depois, fiquei com vontade de escrever minha própria tragédia. As palavras que se entranharam na mente de Duncan nunca saíram da minha. Caráter elevado, reviravolta do destino, húbris: sempre adorei essas palavras. E aí, de repente, Duncan estava cruzando o arco...

Você sempre imaginou Tim albino ou isso foi algo que só surgiu mais tarde, enquanto escrevia?

Decidi logo de cara que Tim seria albino e, tomada essa decisão, tornou-se uma ideia fixa. Eu sabia que Tim tinha de ser um pária, e não só pelo fato de ser novo no Irving. Eu queria que ele tivesse de lidar com um problema que o afligisse o tempo todo, mas não podia ser algo que dificultasse demais sua vida cotidiana. Com a pesquisa que fiz, para saber com que tipo de coisa os albinos têm que lidar, foi ficando claro que fazer de Tim um albino me daria meios para amplificar as inseguranças da maioria dos adolescentes, além de me oferecer várias possibilidades para as decisões que ele toma no livro.

A escola particular, como cenário, tem um papel importante no livro. O que a inspirou a ambientar o livro no Colégio Irving?

Nos meus dois últimos anos do ensino médio, meus pais me mandaram para uma escola particular incrível chamada Hackley, em Tarrytown, Nova York. Vai soar bem piegas, mas acho que meus dois anos lá mudaram minha vida. Não foram perfeitos: tive de enfrentar alguns adolescentes malvados e me senti muito sozinha quando cheguei. Mas, no geral, foi a primeira vez que me senti realmente parte integrante de um lugar e da cultura desse lugar. Também foi a primeira vez que entendi a ideia de curtir o aprendizado. Recebi recentemente uma correspondência de Hackley em que havia uma citação de um ex-aluno dizendo que queria poder voltar a estudar lá. Se fosse possível, ele prometia ler tudo que lhe mandassem ler e prestar mais atenção às aulas. Será que não dava para voltar no tempo? Percebi, depois de ler suas palavras, que escrever este livro e criar o mundo do Colégio Irving era fazer justamente isso, no meu caso. Era voltar àquele lugar maravilhoso e passar algum tempo lá.

Você lecionou durante algum tempo numa faculdade. Alguma semelhança entre você e o sr. Simon?

Nenhuma! Eu adorava lecionar, exatamente como o sr. Simon. Mas muitos dos meus alunos eram adultos, portanto a dinâmica era muito diferente daquela que estabeleci entre o sr. Simon e os alunos do Colégio Irving. O sr. Simon, que em muitos aspectos foi inspirado no meu professor de literatura do terceiro ano, o sr. Arthur Naething (ele realmente nos dispensava todos os dias com um “vão, agora, e espalhem luz e beleza”), equilibra muito bem a necessidade de ser acessível à garotada e também aterrorizá-la. Nunca tive a coragem de assustar meus alunos. Eu ficava feliz porque eles compareciam às aulas e pareciam interessados no que eu dizia.